05 Janeiro, 2006

 


Tribunal italiano vai decidir se Jesus existiu

"A corte de Viterbo, na Itália, decidirá sobre a existência de Jesus dentro de poucos dias. Um religioso recorreu à Justiça alegando que a Igreja Católica estaria desobedecendo duas leis italianas ao impor sobre a idéia de uma figura divina. "

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Discutindo o sexo dos anjos...

Deviam chamar os 12 apóstolos para serem os jurados do caso!

Texto completo no Reuters.


Comments:
Como é de conhecimento de muitas pessoas, o ódio aos judeus por parte de muitos cristãos dura pouco mais de dois mil anos.

Atualmente, depois de pouco mais de dois mil anos, e depois de muito sangue derramado em vão, o que é o pior, um tribunal italiano vai julgar se Iehoshua de Nazaré (Jesus de Nazaré) existiu ou não.

Hoje em dia, ainda é impressionante a capacidade que muitas pessoas possuem de não contestarem o que lhes ensinam, mesmo que isto soe mal aos seus ouvidos, só para permanecerem em paz com terceiros. Desta forma, aceitam passivamente, muitas vezes, os maiores absurdos, pois assim estarão sempre de bem com todos e não serão discriminadas diante da sociedade.

Caros leitores, depois de séculos de perseguições e massacres, que não adiantou de nada para converter a nós, judeus, ao Cristianismo, há algumas décadas atrás, líderes cristãos resolveram criar a denominação evangélica intitulada Judaísmo Messiânico para converter judeus.

De acordo com isto e com o que será julgado por algum tribunal italiano vocês, caros leitores, devem primeiro conhecer as fraudes que estão contidas nos Evangelhos. Desta forma, perceberão que o acusador, Luigi Cascioli, está repleto de razão quando decidiu abrir o processo contra o réu, Enrico Righi.

Os textos, escritos por mim, e que mostram estas fraudes podem ser acessados da página http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2005/11/339376.shtml ou das páginas abaixo:

1. http://www.israel3.com/article789.html

2. http://www.israel3.com/article796.html

3. http://www.israel3.com/article799.html

4. http://www.israel3.com/article807.html

5. http://www.israel3.com/article808.html

Eu sou colunista do site http://www.israel3.com/ e em breve, estarei publicando as outras cinco partes restantes.

O mundo não pode ficar calado diante das monstruosidades praticadas pelas igrejas cristãs em nome de uma fé decadente.
 
Carta de Torahlaam à Comunidade Cristã

Caros cristãos, é raro que um povo se mantenha mais de vinte séculos no exílio submetido a punhos de ferro em terra habitada por povos que teve contato, povos pelos quais se espalhou e pelos quais também foi dominado. Sabe-se que não existe estratégia imbatível quando o punho de ferro a que este povo é submetido é contínuo e que mudanças acíclicas exigidas para que ele se autodefenda é a automanutenção que exige um trabalho árduo por parte de quem encabeça as várias comunidades espalhadas deste povo, chamadas de comunidades da diáspora. É certo que a perseguição e o punho de ferro aumenta a união de um povo, assim como é certa que para esta automanutenção é necessário a manutenção das tradições, do idioma, da cultura popular e religiosa do mesmo. Houve um povo, em particular, que possuía vantagens sobre muitos outros povos, a saber, foi e ainda é um povo que nasceu sem pátria e desta forma perdura há muitos e muitos séculos.

Errantes a maior parte da sua existência, a ponto de o desejo de serem independentes se tornar uma gota de água no oceano de suas vidas, tal como beduínos no deserto, este povo calejou seus corpos e espíritos diante de povos estranhos a sua cultura para se manterem como povo. Devido ao seu modo de viver estranho, sofreram terríveis perseguições jamais testemunhadas pela civilização humana. Para se manterem como povo, ultrapassaram os piores obstáculos em todas as gerações pelas quais atravessou, mas o Eterno, Bendito Seja, jamais os rejeitou. Assim, o próprio Eterno forneceu, mais do que eles já possuíam, um enorme conjunto de habilidades não visíveis que oscilaram no tempo garantindo a eles alcançar aquilo que pretendiam e isto teve como base os registros que este povo deixou em seus livros sagrados, os quais contêm todo um desenvolvimento de sistemas de raciocínio que se exteriorizaram durante os séculos pelos quais se dispersou. Sistemas estes que quer oralmente quer através da escrita, mas que só este povo entendia pela crepitação envolvente e pela belíssima música que inebriava os alheios do desconhecido.

Caros cristãos, durante quase vinte séculos este povo foi escravizado pela igreja cristã, foi a mão de obra escrava mais usada da história da humanidade. Foi disperso, separado de sua terra e de seus entes queridos, foi quase destruído pela Inquisição, maldito seja o seu nome e os seus executores e foi quase exterminado pelo Holocausto, maldito seja o seu nome e os seus executores. Mesmo assim, este povo sobreviveu. Na verdade sobreviveu em várias ocasiões. Este povo se adaptou às várias circunstâncias. Cresceu e se multiplicou e no dia 15 de maio do ano de 1948 se transformou em uma nação. Este povo conservou a sua língua, a sua escrita, a sua cultura e a sua religião.

Este povo está em vilarejos, em municípios, condados, em metrópoles, em megalópoles. Este povo está em todos estes lugares, nas condições de pobres, mas não miseráveis, ricos, milionários, mega-milionários, mega-bilionários. Mas, atualmente, está se reunindo mais uma vez para realizar o longo e difícil caminho de volta. Este povo está realizando o Processo de Retorno que foi impossível há séculos atrás. O fim da dispersão deste povo está chegando. Quando isto acontecer, ele pisará a terra de onde veio, e fechará os olhos e sentirá o vento tocar os seus cabelos e rostos. Este povo comerá das tâmaras e romãs de baixo dos pés das oliveiras e verá o pôr do sol no deserto e no horizonte de sua cidade mais querida. Este povo caminhará por partes antigas daquela cidade até chegar ao muro do templo que restou, o muro onde por muito tempo passou a se lamentar e diante dele este povo saberá que tudo o que o seu Deus falou em outrora é verdade. Este povo saberá então que o seu longo e difícil caminho de volta chegou ao fim e que finalmente está em casa. Este povo é o povo judeu e o seu livro mais sagrado é a Torá.

Caros Cristãos, a experiência humana revela que fatos históricos ocorridos só sobrevivem durante muito tempo na memória de um povo quando a última pessoa a qual pertence este povo se lembra deles. O povo judeu, principalmente nestes dois mil anos, passou a confiar mais na própria memória do que na história, pois a memória é como fogo, é radiante e imutável, enquanto que em várias ocasiões a história foi narrada por homens que desejavam controlá-la, por homens que fizeram e ainda fazem de tudo para apagar a chama da memória com o objetivo de extinguir o fogo da verdade que, para eles, é muito perigoso. Deve-se ter muito cuidado com estes homens, pois eles são perigosos e violentos, e fazem de tudo para permanecerem na esfera do poder. As histórias narradas por eles sempre foram escritas ao longo dos séculos com sangue daqueles que podiam guardar lembranças e procurar a verdade. Muitos daqueles homens ainda hoje em dia procuram negar ou distorcer fatos históricos como as Cruzadas, a Inquisição e o Holocausto. Na sinopse da obra O Relatório de Buchenwald, da autoria de David Hackett, o Rabino Henry Sobel registra que esquecer o Holocausto é fazer com que ele se repita no futuro [O Relatório de Buchenwald – David Hackett – Editora Record – Rio de Janeiro (1999) - ISBN: 8501045691].

Além disto, muito do que foi e ainda é ensinado por aqueles homens permanece como verdade autêntica. Nós, judeus, guardamos todas as nossas amargas experiências em nossas memórias. Vencemos o medo, a fome, o frio, o desespero, a perseguição e continuamos a sobreviver neste mundo mesmo com o anti-semitismo à nossa porta. Enquanto isto, enquanto nós existirmos, continuaremos a narrar fatos históricos outrora suprimidos e abafados e, assim, rasgar a bandeira da mentira e do ódio que ainda reinam neste mundo.

As séries de textos abaixo ajudarão a vocês entenderem de uma vez por todas a posição judaica diante de Jesus de Nazaré e diante do Cristianismo.

Série de Textos I

001. http://www.midiaindependente.org/es/blue/2005/08/327365.shtml

002. http://www.midiaindependente.org/es/blue/2005/08/327366.shtml

003. http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2005/08/327550.shtml

004. http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2005/08/327551.shtml

005. http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2005/08/327552.shtml

006. http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2005/08/327553.shtml

007. http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2005/08/327554.shtml

008. http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2005/08/327556.shtml

009. http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2005/08/327566.shtml

010. http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2005/08/327567.shtml

011. http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2005/08/327625.shtml

012. http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2005/08/327626.shtml

013. http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2005/08/327628.shtml

014. http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2005/08/327629.shtml

015. http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2005/08/327632.shtml

016. http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2005/08/327637.shtml

017. http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2005/08/327638.shtml

018. http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2005/08/327639.shtml

019. http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2005/08/327640.shtml

020. http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2005/08/327641.shtml

021. http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2005/08/327642.shtml

022. http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2005/08/327643.shtml

Série de Textos II

001. http://www.midiaindependente.org/es/blue//2005/08/327666.shtml

002. http://www.midiaindependente.org/es/blue//2005/08/327672.shtml

003. http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2005/08/327993.shtml

004. http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2005/08/327994.shtml

005. http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2005/08/327995.shtml

006. http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2005/08/327996.shtml

Série de Textos III

001. http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2005/08/327846.shtml

002. http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2005/08/327847.shtml

Série de Textos IV

001. http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2005/10/331663.shtml

002. http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2005/10/331664.shtml

003. http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2005/10/331665.shtml

004. http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2005/10/331988.shtml

005. http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2005/10/331989.shtml

006. http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2005/10/331990.shtml

007. http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2005/10/331991.shtml

008. http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2005/10/332000.shtml

009. http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2005/10/332001.shtml

010. http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2005/10/332002.shtml

011. http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2005/10/332107.shtml

012. http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2005/10/332109.shtml

013. http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2005/10/332110.shtml

014. http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2005/10/332112.shtml

015. http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2005/10/332113.shtml

Série de Textos V

001. http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2005/10/332163.shtml

002. http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2005/10/332174.shtml

003. http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2005/10/332301.shtml

004. http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2005/10/332303.shtml

005. http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2005/10/332304.shtml

006. http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2005/10/332326.shtml

007. http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2005/10/332327.shtml

008. http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2005/10/332328.shtml

009. http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2005/10/332330.shtml

010. http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2005/10/332331.shtml

Série de Textos VI

001. http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2005/10/332581.shtml

002. http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2005/10/332667.shtml

003. http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2005/10/332695.shtml

004. http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2005/10/332860.shtml

005. http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2005/10/332862.shtml

006. http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2005/10/332951.shtml

007. http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2005/10/332952.shtml

008. http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2005/10/332965.shtml

009. http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2005/10/332967.shtml

010. http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2005/10/332968.shtml

Série de Textos VII

001. http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2005/10/333090.shtml

002. http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2005/10/333094.shtml

Série de Textos VIII

001. http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2005/10/334007.shtml

002. http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2005/10/334204.shtml

003. http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2005/10/334207.shtml

004. http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2005/10/335118.shtml

005. http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2005/10/335119.shtml

006. http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2005/10/335120.shtml

007. http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2005/10/335179.shtml

008. http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2005/10/335181.shtml

009. http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2005/10/335182.shtml

010. http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2005/10/335184.shtml

Série de Textos IX

001. http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2005/11/335403.shtml

002. http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2005/11/335406.shtml

003. http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2005/11/335442.shtml

004. http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2005/11/335524.shtml

005. http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2005/11/335525.shtml

Série de Textos X

001. http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2005/11/335658.shtml

002. http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2005/11/339359.shtml

003. http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2005/11/339360.shtml

Série de Textos XI

001. http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2005/11/339376.shtml

002. http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2006/01/343101.shtml

Série de Textos XII

001. http://www.midiaindependente.org/en/blue/2006/10/363046.shtml

002. http://www.midiaindependente.org/en/blue/2006/10/363053.shtml

003. http://www.midiaindependente.org/en/blue/2006/10/363081.shtml

004. http://www.midiaindependente.org/en/blue/2006/10/363100.shtml

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